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Médica e enfermeira do CEDAP ocupam a tribuna para divulgar o Julho Amarelo de combate às hepatites virais

Médica e enfermeira do CEDAP ocupam a tribuna para divulgar o Julho Amarelo de combate às hepatites virais

A médica gastroenterologista Luana Fanha Souto, que atua no Centro Especializado em Diagnóstico, Assistência e Prevenção (CEDAP), da Secretaria de Promoção da Saúde (Semus), e Shirley de Freitas Stringari, enfermeira coordenadora técnica do CEDAP e Coordenadora de Políticas de DST’s, HIV/AIDS e Hepatites, ocuparam a tribuna livre na sessão desta quinta-feira por ocasião do Julho Amarelo, de combate às hepatites virais.

 

A enfermeira Shirley de Freitas Stringari iniciou a fala informando que o CEDAP está promovendo gratuitamente a testagem e rodas de conversa sobre Hepatites Virais, durante o mês de julho nos Ambulatórios Gerais (AGs) e unidades Estratégia Saúde da Família (ESFs). Falou da importância do diagnóstico para tratar corretamente a doença, assim como a vacinação para prevenção da Hepatite B.

 

Informou que diagnóstico é realizado por testagem rápida nas unidades de saúde do município, e quando confirmados os pacientes são encaminhados ao Cedap, onde está o Serviço de Referência em Hepatites Virais. No local, o paciente tem garantidos o diagnóstico e o tratamento clínico com atendimento multidisciplinar de enfermagem, psicólogo, assistente social, farmácia e médico, além do encaminhamento dos processos para solicitação e dispensa de medicação de alto custo.

 

Disse que na próxima semana a Semus irá oferecer, no ambulatório de teste de Covid na Vila Germânica, também a testagem para HIV, Sífilis e hepatites virais para quem está aguardando para realizar o exame. Os testes rápidos estão disponíveis gratuitamente, nos sete AGs e nas 66 unidades ESFs, durante o ano inteiro.

 

A médica gastroenterologista do programa de hepatites virais de Blumenau, Dra. Luana Fanha Souto, comentou sobre as diferentes formas de hepatite. “As hepatites virais são doenças infecciosas que causam alterações no fígado de forma leve, moderada ou grave. Quando se tornam crônicas (no caso das hepatites virais B e C), normalmente não apresentam sintomas – são doenças “silenciosas” – e podem passar despercebidas por anos, levando a casos de cirrose hepática e câncer no fígado (hepatocarcinoma), com necessidade até de transplante de fígado”.

 

A médica ressaltou que hoje em dia existem tratamentos efetivos para ambas as hepatites virais crônicas. “No caso da hepatite C, o tratamento atual leva à cura em mais de 90% dos casos, com poucos efeitos colaterais e por um curto período. Na hepatite B crônica, o tratamento nem sempre se faz necessário, mas é importante o acompanhamento e, quando indicado o tratamento, traz poucos efeitos colaterais e muitos benefícios à saúde do paciente, no entanto, raramente leva à cura”.

 

Conheça os tipos de Hepatites Virais:

Hepatite A: tem o maior número de casos, está diretamente relacionada às condições de saneamento básico e de higiene. É uma infecção leve, na maioria das vezes e se cura sozinha. Existe vacina. (porque pode levar a insuficiência hepática em alguns casos)

Hepatite B: é o segundo tipo com maior incidência; atinge maior proporção de transmissão por via sexual, contato sanguíneo e transmissão vertical (mãe-filho durante gestação ou no trabalho de parto). A melhor forma de prevenção para a hepatite B é a vacina, associada ao uso do preservativo e um pré-natal adequado.

Hepatite C: tem como principal forma de transmissão o contato com sangue. É considerada a maior epidemia da humanidade hoje, cinco vezes superior à AIDS/HIV. A hepatite C é a principal causa de transplantes de fígado. A doença pode causar cirrose, câncer de fígado e morte. Não tem vacina.

Hepatite D: causada pelo vírus da hepatite D (VHD) ocorre apenas em pacientes infectados pelo vírus da hepatite B. A vacinação contra a hepatite B também protege de uma infecção com a hepatite D.

Hepatite E: causada pelo vírus da hepatite E (VHE) e transmitida por via digestiva (transmissão fecal-oral), provocando grandes epidemias em certas regiões. A hepatite E não se torna crônica, porém, mulheres grávidas que forem infectadas podem apresentar formas mais graves da doença.

 

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Fonte: Assessoria de Imprensa CMB com informações da Prefeitura de Blumenau| Foto: Denner Ovidio – Imprensa CMB

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