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Representantes da Central de Transporte Escolar voltam a cobrar apoio do poder público à categoria

Representantes da Central de Transporte Escolar voltam a cobrar apoio do poder público à categoria

Emerson Pereira e Virgínio do Nascimento Neto, representantes da Central de Transporte Escolar de Blumenau, ocuparam a tribuna livre na tarde desta terça-feira (9) para relatar a situação vivida pela categoria após quase um ano de pandemia da Covid-19.

 

O diretor Emerson assinalou que as promessas feitas à classe não foram cumpridas. Lembrou que no ano passado o transporte escolar ficou praticamente o ano todo sem operar. Disse que em reuniões na prefeitura ficou acertado que o alvará de 2020 não seria cobrado, mas os motoristas receberam as cobranças normalmente, e quem não pagar será inscrito na dívida ativa.

 

Lembrou que alguns vereadores declararam apoio na legislatura passada, mas que mesmo assim as promessas não saíram do papel. Afirmou que os motoristas estão cansados de promessas e querem ações concretas.

 

“Em Florianópolis e em São José o pagamento do alvará foi adiado para o mês de julho, pois todos sabem que a categoria está em crise e ficou muito tempo sem poder trabalhar”.

 

Falou de outras demandas antigas que ainda não se tornaram realidade, como a permissão para que o transporte escolar possa utilizar o corredor de ônibus. Pediu que os vereadores avaliem projeto de lei com essa finalidade pensando nas crianças, que muitas vezes saem às 17h30 da escola e só chegam às 20 horas em casa, na Itoupava Central, devido ao trânsito.

 

Também pediu atenção para a situação das escolas Anita Garibaldi e Duque de Caxias, na Itoupava Central, onde mais de 30 crianças ficam aguardando na calçada porque não podem entrar 15 minutos mais cedo na escola por conta das novas diretrizes contra a Covid-19.

 

Neto pediu que os presentes fizessem uma reflexão sobre o significado de ‘alvará’. “Se o alvará é para funcionamento, e nós não estivemos funcionando, por que está sendo cobrado? Os senhores acham isso justo? ”, questionou.

 

Disse que a classe está indo à falência e que pelo menos 15 empreendedores do ramo já estão falidos por causa das dificuldades financeiras impostas pela pandemia.

 

Ao final, pediu que os vereadores percebam as dificuldades da categoria, que agora terá que operar com 50% da capacidade, e possam fazer algo para atender essa classe empreendedora que é exemplo de qualidade e excelência para todo o estado.  

 

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Fonte: Assessoria de Imprensa CMB | Foto: Lucas Prudêncio – Imprensa CMB

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