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Vereadores mirins recebem formações sobre sustentabilidade e fake news

Vereadores mirins recebem formações sobre sustentabilidade e fake news

Os vereadores mirins titulares e suplentes de Blumenau participaram, na manhã desta quarta-feira (12), de duas formações que abordaram sobre temas atuais: sustentabilidade e a consciência ambiental e sobre as fake news (notícias falsas). As palestras fazem parte da quarta oficina da Formação Permanente para vereadores mirins, organizada pela Escola do Legislativo Fritz Müller, em parceria com o Programa Vereador Mirim. As formações aconteceram no plenário.

A primeira formação foi ministrada pela educadora ambiental da Fundação Municipal do Meio Ambiente (Faema), Juliana Budag. Ela abordou sobre o conceito de sustentabilidade, sobre os problemas ambientais no mundo, o porquê de eles estarem acontecendo e quais atitudes os estudantes podem adotar no dia a dia para se tornarem mais sustentáveis e minimizarem os danos ao meio ambiente. Dentro deste contexto, a educadora apresentou sugestões e dicas relacionadas aos resíduos sólidos, em relação à reciclagem, ao reaproveitamento, ao descarte correto de resíduos, inclusive dos resíduos perigosos. Também abordou sobre alimentação saudável, os agrotóxicos e a mobilidade.

“Os vereadores mirins podem levar essas infamações e discutir sobre o meio ambiente com os pais, com os familiares, com os colegas e professores no ambiente escolar, buscando alternativas para preservar e cuidar melhor do planeta”, destacou, acrescentando que neste mês comemora-se o Junho Verde, mês dedicado à sensibilização e conscientização ambiental, quando mais de 160 eventos estão sendo realizados.

O parlamentar mirim titular Andrei Felipe Imthurm, da Escola de Educação Básica Coronel Pedro Christiano Feddersen, avaliou que é importante tratar sobre a sustentabilidade e a consciência ambiental diante da situação do planeta. “Daqui a pouco não vamos mais ter o meio ambiente como temos hoje, ainda com muitas árvores e peixes. Um dado apresentado foi que em 2050 vamos ter mais plástico no mar do que peixes. Esta situação é lamentável, por isso foi importante reforçar informações de como reciclar, quais os resíduos que podem ser reciclados e aqueles que não são recicláveis, como fazer o descarte correto dos resíduos, principalmente o lixo eletrônico e os locais onde descartar esses materiais, e também dicas de como podemos agir individualmente e coletivamente para ser mais sustentável e ajudar o planeta”.

A suplente de vereadora mirim Janiara Lara Cordeiro, da Escola de Educação Básica Professor João Widemann, sustentou que o ser humano faz parte e necessita do meio ambiente para sobreviver. Lamentou a situação dos animais marinhos, por exemplo, que sofrem com o lixo jogado nos mares. “É lindo quando vamos em uma praia e conseguimos observar os peixes. É lamentável esta falta de preocupação da sociedade em geral com o meio ambiente”, assinalou.

Em um segundo momento, os vereadores mirins participaram de um bate-papo sobre fake news com o palestrante Guilherme Kohler. Primeiramente, ele trouxe o conceito e a relação entre Pós-verdade e fake news, abordou aspectos ligados à Psicologia que procuram explicar por quê as pessoas mentem, explicou como funciona o meio digital, como os seres humanos buscam se informar, como se relacionam com as mídias digitais e quais são os agentes responsáveis que fazem as pessoas buscarem as informações. Em outro momento, explicou o ecossistema das fake news, quais são os tipos de fake news e encerrou com uma dinâmica apresentando matérias, com as quais questionou os estudantes para saber se eram verdadeiras ou falsas. “É uma oportunidade muito boa este contato com os jovens, pois eles podem servir como fonte para ensinar os familiares e colegas. Enquanto líderes, os vereadores mirins têm capacidade de contribuir e influenciar de alguma forma para mudar o meio. Se eles conseguirem multiplicar estas informações para uma ou mais pessoas, o impacto num todo é bem grande”, avaliou.

O palestrante também observou a importância de abordar este assunto, não só com os jovens, mas com toda a sociedade. Apontou que a maioria dos jovens tiveram acesso aos meios digitais muito mais cedo que seus familiares, por isso se relacionam de forma mais natural com a tecnologia, tendo uma tendência de entendimento mais rápido do que essas pessoas. “Mas só isso não basta. Eu vejo que o desafio hoje, no Brasil e no mundo, é fazer com que as pessoas, jovens e adultos, entendam como funciona este mecanismo das fake news para que possam tratar sobre isso. Tem que haver um papel dos órgãos que regulam, um papel do Facebook, um papel dos governos que têm que apoiarem para que se consiga reduzir. Os algoritmos de tecnologia podem ajudar a controlar, mas eles por si só não bastam. Precisamos dos algoritmos, mas precisamos que as pessoas tenham conhecimento sobre como funcionam as fake news”, concluiu.

 

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Fonte: Assessoria de Imprensa CMB
Imagem Destacada: Freepik | Banco de Imagens gratuito

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